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Centro Brasileiro de Solidariedade aos povos e luta pela Paz

Posts com Tag ‘Colombia’

Piedad pede apoio dos refugiados na luta pela paz na Colômbia

Publicado por Márcia Silva em 04/16/2010

do portal vermelho

A sala da Universidade de Genebra estava cheia para escutar a senadora colombiana Piedad Córdoba. Os presentes a receberam com um forte aplauso de boas vindas. O prefeito da cidade de Genebra, Remy Pagani, deu-lhe as boas vindas, em nome do poder executivo da cidade. A senadora surpreendeu-se de ver na sala alguns sobreviventes da União Patriótica (UP), que estiveram juntos com ela no parlamento e nas ações pela paz na Colômbia.

“Gostaríamos que vocês estivessem conosco”, disse, dirigindo-se aos presentes, muitos refugiados, imigrantes colombianos e suíços, no meio da multidão. Córdoba reconheceu o ex-senador da UP, Hernán Motta, a ex-presidente da UP, Ainda Avella, e outros tantos rostos familiares da luta na Colômbia – “pode parecer repetitivo, mas devo lhes dizer que a situação da Colômbia piorou, em relação a como vocês a deixaram quando partiram”.

A senadora fez um apanhado, passando pelos assassinatos a sangue frio, os mal chamados “falsos positivos”, os grampos do DAS, a infiltração paramilitar nas instituições, o êxodo forçado, o financiamento mafioso das campanhas políticas. Ao ouví-la, as imagens e as más recordações invadiram os que ali estavam, e muitos na sala não puderam evitar as lágrimas. Veja abaixo trechos de sua fala:

O que é um falso positivo

Consciente de que muitos europeus na sala necessitavam de uma explicação sobre esta modalidade de execuções extrajudiciais, a senadora ilustrou como funciona a política de recompensas e promoções na cúpula militar, que o governo Uribe criou e Juan Manuel Santos, atual candidato do regime e ex-ministro da guerra de Uribe, promoveu entre militares, para mostrar resultados vitoriosos da política estatal.
 
Ela explicou que a política, na realidade, se constitui na implementação sistemática de assassinatos contra jovens pobres de Soacha e outras regiões, que foram assassinados e apresentados como guerrilheiros mortos em combate. Para os presentes, ficou claro que as famosas cifras de guerrilheiros mortos em combate foram insufladas em detrimento da vida de jovens pobres assassinados pela política estatal.

A negativa do conflito

“Nessa negativa do conflito colombiano por parte do governo, nasce a organização Colombianos e Colombianas pela Paz, que considera que a solução do conflito colombiano passa pelo reconhecimento do mesmo. Empenham-se em negar a existência do conflito social, político e armado apesar das cifras e dos horrores que temos escutado. Na Colômbia, escandalizam-se quando falo dos fornos crematórios com que os paramilitares fazem desaparecer suas vitimas”, disse a senadora. 

Piedad mostrou para o auditório os diversos testemunhos de paramilitares, aos quais teve acesso. É importante lembrar que a senadora visitou, nas prisões, os chefes paramilitares extraditados aos EUA e na Colômbia.

“Por exemplo, o paramilitar conhecido por o ‘Iguano’, contou-nos na prisão de Cúcuta, antes de ser extraditado, como funcionam os fornos crematórios. A própria revista Semana revelou uma foto deles. Os fornos foram construídos no Norte de Santander, ali teve gente cremada viva, e isso foi comprovado e ninguém pode negar”, afirmou.
 
Piedad compeltou: “O ‘Iguano’ é um homem pobre, que participou com tal maestria no genocídio cometido em Urabá, que foi enviado ao Norte de Santander, desta vez como chefe. Seu testemunho é indescritível e não dá para explicar como chegamos a tanto horror, como utilizar os famosos lagos com crocodilos para fazer desaparecer as pessoas. O “Iguano” informou que somente ele havia matado 5.900 e até agora só pode confessar 132. Nestes números aparecem sindicalistas, intelectuais, defensores dos direitos humanos, opositores políticos, e todo aquele que seja acusado de pertencer à guerrilha”.

Segundo ela, com estes depoimentos, ela teve acesso à informação privilegiada sobre quem está por trás dos paramilitares, “quem são os seis patriotas de quem fala Castaño, quem são os financiadores e instigadores do paramilitarismo. O relato de o “Iguano” tem somente quatro meses, assim, estou falando do presente na Colômbia”.

“Os Colombianos e Colombianas pela Paz, desde o intercâmbio epistolar com as FARC-EP e ELN, temos nos comprometido com o intercâmbio humanitário e na busca de caminhos para a solução política. Dois momentos foram muito difíceis, o bombardeio no Equador, e a operação Xeque, que poderiam ter feito perder a confiança da insurgência nas gestões pela libertação dos prisioneiros de guerra, principalmente no ambiente do predomínio do resgate militar, e a forma como a mídia informa parcialmente ao país, escondendo deliberadamente a realidade”.

“Depois da marchas organizadas pelo governo contra o sequestro, iniciou-se uma guerra contra nós, onde nos insultaram e intimidaram, mas com tudo isso, a paz na Colômbia não tem volta, custe o que custar. Em Colombianos e Colombianas pela Paz somos conscientes de que na Colômbia há partidários das libertações sem contraparte, e outro setor que apóia o intercâmbio humanitário”, adicionou.

Segundo ela, a entidade se pronuncia contra o sequestro, tem enviado cartas à insurgência sobre isso e contribuído para o esclarecimento dos números. “País Livre (Vice-presidente F. Santos/Salud Hernández) e outras instâncias que trabalham o assunto falavam de mais de 3 mil sequestrados, na realidade o número baixou a 132. Nós descobrimos que muitas fundações que tratam deste assunto recebiam dinheiro em proporção direta ao número insuflado dos supostos seqüestrados. O fenômeno existe, mas não na magnitude que apregoam certas organizações na Colômbia”.

A lei de justiça e paz

“Eu tenho sido uma opositora desta lei, mas temos que reconhecer que é através dela que temos conhecido certas confissões e testemunhos que demonstraram os laços com o Estado”, declarou a senadora, para quem, contudo, o ”governo se assustou com estes testemunhos e, por isso, extraditou os paramilitares para os EUA, o que na realidade significa extraditar a verdade”.

“O relatório que estamos preparando para ser apresentado ao congresso conterá informação importante que revelará informação que até agora era desconhecida, por isso necessitamos construir uma comissão que busque a verdade na Colômbia”, defendeu.

O preço da verdade

“Numa das visitas que fiz a Mancuso, o pessoal do consulado da Colômbia nos EUA mandou me prender para evitar que tivéssemos acesso aos depoimentos. O que temos passado por encontrar e preservar a verdade do horror paramilitar não tem nome”, disse Piedad Córdoba, citando inclusive o desaparecimento da sua filha.

Ela destacou que, em depoimentos, tronou-se público que as principais terras expropriadas dos 5 milhões de deslocados ana Colômbia agora estão nas mãos de políticos e apoiadores dos paramilitares. “Apesar dos obstáculos e dificuldades, temos avançado, poderíamos tornar a guerra mais fácil ao juntar-nos ao coro dos cultuadores da guerra, como o fazem muitos oportunistas, mas não, nós acreditamos nestes gestos das libertações, que abrem portas para a negociação política”, falou.

Um dia antes de viajar a Genebra, um novo processo foi protocalo contra a senadora, por suposta ligação com as Farc. “Acreditamos que a paz é possível na Colômbia, apesar da tentativas de nos processar. Colombianos e Colombianas pela Paz, comprometidos como estamos com a solução política, venceremos todos esses obstáculos. Não podemos observar o conflito das nossas casas, nós somos membros da sociedade colombiana, e temos o direito e a obrigação de lutar para viver em paz e com justiça social”.

Suíça como mediadora

“Já pedimos ao governo suíço ajuda para a solução política do conflito, pois é um país que dá seriedade e segurança às partes, sobretudo para criar um ambiente propício de confiança para se sentar a conversar. Mas, é claro, esperamos que o governo colombiano aceite a mediação e a intervenção internacional”

Colombianos no exterior

Piedad Córdoba fez uma convocação aos colombianos que vivem no exterior: “Nós gostaríamos que voltassem para lutar juntos pela paz. E se o retorno não é possível, onde estejamos, devemos lutar pela paz. Atualmente o paramilitarismo está mais vivo do que nunca, elegeu parte do novo congresso, não podemos perder de perspectiva o país de onde viemos e o compromisso diante dele. Estamos armados de vontade e da palavra para continuar lutando pela solução política”, encerrou.

Com Agência de Notícias Nova Colômbia

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Estados Unidos já têm 13 bases militares em torno da Venezuela. Por Ignacio Ramonet

Publicado por Márcia Silva em 01/16/2010

do portal do CEBRAPAZ
A chegada de Hugo Chávez ao poder, na Venezuela, em 2 de fevereiro de 1999, coincidiu com um acontecimento militar traumático para os Estados Unidos: o fechamento de sua principal instalação militar na região, a base Howard, situada no Panamá (fechada em virtude dos Tratados Torrijos-Carter, de 1977).

Em troca, o Pentágono escolheu quatro localidades para controlar a região: Manta, no Equador; Comalapa, em El Salvador, e as ilhas de Aruba e Curazao (de soberania holandesa). A suas – por assim dizer -”tradicionais” missões de espionagem, acrescentou novas atribuições oficiais a estas bases (vigiar o narcotráfico e combater a imigração clandestina para os Estados Unidos) e outras tarefas encobertas: lutar contra os insurgentes colombianos; controlar os fluxos de petróleo e minerais, os recursos de água doce e a biodiversidade. Mas, desde o início, seus principais objetivos foram vigiar a Venezuela e desestabilizar a Revolução Bolivariana. Leia o resto deste post »

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Persiste clima de tensão entre Venezuela e Colômbia

Publicado por Márcia Silva em 12/24/2009

do site prensa latina

24 de diciembre de 2009, 07:12Caracas, 24 dez (Prensa Latina)

O clima de tensão entre Venezuela e Colômbia persiste hoje depois de quase cinco meses que Caracas decidiu congelar suas relações bilaterais com o país vizinho.

Neste contexto o ministro venezuelano de Interior e Justiça, Tareck El Aissami, informou ontem a captura do paramilitar neogranadino Oscar José Ospina, a quem a justiça de seu país busca por sua participação em pelo menos 300 assassinatos.

Por sua vez, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, denunciou no domingo passado a violação do espaço aéreo nacional por um avião não tripulado de uns dois ou três metros de comprimento que penetrou até Forte Mara (zona fronteiriça).

Essas aeronaves, explicou o líder, manejam-se por controle remoto, vão filmando tudo, inclusive, algumas atiram bombas e vão embora, essa é a tecnologia ianque (estadunidense) que agora está na Colômbia.

Chavez advertiu que tinha ordenado “tombar qualquer aviãozinho desses que apareça, porque não vamos permitir que violem o espaço aéreo”.

Em resposta às declarações de Chávez, o ministro de Defesa colombiano, Gabriel Silva, disse na última segunda-feira em tom de deboche que os soldados venezuelanos confundiram o trenó de Papai Noel com os aviões espiões.

A respeito, o vice-chanceler venezuelano, Francisco Arias, disse que as palavras de Silva vão contra os objetivos de normalização dos vínculos bilaterais que seu presidente Álvaro Uribe diz perseguir.

Durante uma visita a guarnições militares na fronteira com o vizinho país, Arias manifestou estar surpreso pelo fato de que Silva esteja fazendo declarações que correspondam ao Ministério de Relações Exteriores.

Há uns dias, precisou, a chancelaria venezuelana chamou os representantes da embaixada colombiana em Caracas para fazer-lhes entrega de um “protesto formal, bem sério e franco,” pelas expressões de Silva.

O governo venezuelano congelou suas relações econômicas no último dia 28 de julho com Bogotá por considerar uma ameaça de guerra para a região instalar sete novas bases militares estadunidenses em solo colombiano.

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La anexión de Colombia a Estados Unidos

Publicado por Márcia Silva em 11/26/2009

do site granma

Reflexiones del compañero Fidel

La anexión de Colombia a Estados Unidos

(Tomado de CubaDebate)

Cualquier persona medianamente informada comprende de inmediato que el edulcorado “Acuerdo complementario para la Cooperación y Asistencia Técnica en Defensa y Seguridad entre los gobiernos de Colombia y Estados Unidos”, firmado el 30 de octubre y publicado en la tarde del 2 de noviembre, equivale a la anexión de Colombia a Estados Unidos.

El acuerdo pone en aprietos a teóricos y políticos. No es honesto guardar silencio ahora y hablar después sobre soberanía, democracia, derechos humanos, libertad de opinión y otras delicias, cuando un país es devorado por el imperio con la misma facilidad con que un lagarto captura una mosca. Se trata del pueblo colombiano, abnegado, trabajador y luchador. Busqué en el largo mamotreto una justificación digerible, y no vi razón alguna.

En 48 páginas de 21 líneas, cinco se dedican a filosofar sobre los antecedentes de la vergonzosa absorción que convierte a Colombia en territorio de ultramar. Todas se basan en los acuerdos suscritos con Estados Unidos después del asesinato del prestigioso líder progresista Jorge Eliécer Gaitán, el 9 de abril de 1948, y la creación de la Organización de Estados Americanos, el 30 de abril de 1948, discutida por los Cancilleres del hemisferio, reunidos en Bogotá bajo la batuta de Estados Unidos los días trágicos en que la oligarquía colombiana tronchó la vida de aquel dirigente y desató la lucha armada en ese país. Leia o resto deste post »

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Para Fidel bases na Colômbia são sete punhaladas na América Latina

Publicado por Márcia Silva em 09/20/2009

do portal cebrapaz

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Para Fidel bases na Colômbia são sete punhaladas na América Latina
Escrito por …
17/09/2009
O líder cubano Fidel Castro escreveu duas importantes Reflexões sobre o significado da instalação das bases militares dos Estados Unidos na Colômbia.
Sete punhais no coração da América        
Leio e torno a ler dados e artigos realizados por personalidadesinteligentes, conhecidas ou pouco conhecidas, que escrevem para diversos meiose extraem a informação de fontes que não questionadas  por ninguém.Os povos que habitam o planeta, em todas as partes, correm riscos econômicos,ambientais e bélicos, derivados da política dos Estados Unidos da América, masem nenhuma outra região da terra vem-se ameaçados por tão graves problemas comoseus vizinhos, os povos localizados neste continente ao Sul daquele país hegemônico. Leia o resto deste post »

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Secretariado do CMP repudia bases militares na Colômbia

Publicado por Márcia Silva em 09/11/2009

do portal do Cebrapazbases_eua_colombia

 
Escrito por …
11/09/2009
Veja a declaração emitida pelo Secretariado do Conselho Mundial da Paz (CMP), sobre a implantação de bases militares estadunidenses na Colômbia.

Declaração do CMP sobre a instalação de bases militares estrangeiras na Colômbia

O CMP rejeita veementemente os planos dos EstadosUnidos de instalar novas bases militares na Colômbia através da utilização das instalaçõesmilitares colombianas de Palanqero, Apiay, Malambo, Cartagena e Málaga.

Essas novas bases transformarão a Colômbia em um centro tático operacionalna América Latina. O acordo assinado entre os governos da Colômbia e dos EstadosUnidos por dez anos permitirá a implantação de 1.400 homens (civis emilitares), na Colômbia, elevando o país ao mais alto nível na lista de países nosquais os EUA operam militarmente.

O CMP enfatiza que essa evolução deve ser vistacomo o crescimento das atividades do Comando Sul (SOUTHCOM) dos EUA, queestá expandindo suas atividades militares sobre o continente com novas basesmilitares, que complementam outras atividades como a reativação da Quarta Frota.

O imperialismo estadunidense visa à criação de um”cinturão” em torno de alguns Estados na região da América do Suljunto com outras várias ações imperialistassubversivas, como observamos nos últimos anos na região, que constituem umaescalada contra os povos, a paz e a segurança em todo o continente.

O CMP condena as políticas de guerra do governo dos EUA, antigos enovos, para os povos da América Latina e manifesta a sua solidariedade para com todasas forças amantes da paz na região, especialmente na Colômbia, na sua lutacontra a dominação imperialista e interferências estrangeiras, pelo direito dospovos à determinação de seu futuro soberano e livre de qualquer presençamilitar e ameaça estrangeira.

Saudamos a campanha da Federação Mundial da JuventudeDemocrática (FMJD) para o Dia Continental de Ação contra as Bases Militares Estadunidensesna Colômbia, convocada para o dia 09 de setembro de 2009, e convocamos todos osmembros e amigos do CMP a participarem desta campanha.

Atenas, 7 de setembro de 2009.

O Secretariado do CMP

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Mais sete da Colômbia? As 865 bases militares dos EUA em 40 países

Publicado por Márcia Silva em 08/11/2009

do site adital

La Jornada *

tradução: ADITAL

Por Alfredo Jalife-Rahme

No contexto do neopinochetismo hipocritamente tolerado por Washington em Honduras, agora resulta que a projetada instalação de sete bases militares dos Estados Unidos na Colômbia, que provocou massivo repúdio na América Latina, constitui a atualização de um novo acordo de segurança mediante o arrendamento das bases existentes com a finalidade filantrópica de combater a narcoguerrilha fronteiriça, segundo uma engenhosa interpretação de Obama exposta para um grupo de jornalistas hispanos (Reuters, 07/08/09), em vésperas da desarticulada cúpula do ASPAN em Guadalajara, onde o México não tem nada que fazer nem diva ter participado desde sua calamitosa gênese.

Ninguém aprende com a cabeça alheia e EUA repete os mesmos erros da URSS, com uma tríade de consequências devastadoras: sobreextensão imperial, guerra perpétua e insolvência, que levam a um provável colapso similar ao da anterior União Soviética, na opinião de Chalmers Johnson (Dez medidas para liquidar as bases militares dos EUA; Asia Times, 04/08/09).

Chalmers Johnson, professor emérito da Universidade da Califórnia (San Diego) e profícuo autor de livros notáveis, evidencia o império global potencialmente ruinoso de bases militares, que cadencia a longa dependência no imperialismo e no militarismo dos EUA em suas relações com outros países, além de “seu inchado establishment militar”. Leia o resto deste post »

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CAOS HUMANITARIO COLOMBIA AGONIZA

Publicado por Márcia Silva em 04/30/2009

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Solidariedade com a Colombia

Publicado por Márcia Silva em 04/28/2009

do site do CEBRAPAZ

Chega nesta semana ao Brasil a senadora colombiana Piedad Córdoba, líder do movimento “Colombianos pela Paz”. Entre as atividades se destaca a sessão da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal e a audiência com o presidente da Republica Luis Inácio Lula da Silva. A presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes estará acompanhando a visita.

O Cebrapaz defende que a saída para o conflito armado na Colômbia é política, e passa inicialmente por um acordo humanitário no qual se produza um intercambio de prisioneiros entre as forças insurgentes e o Estado.

No último mês de novembro, Socorro Gomes se reuniu com a senadora em sua casa na cidade de Bogotá para expressar a solidariedade e apoio do povo brasileiro por uma saída política e humanitária para o conflito, além de respaldar seus esforços como mediadora do intercambio humanitário e na reorganização do Conselho Colombiano pela Paz.

O governo de Álvaro Uribe, insiste na tese de saída militar para o conflito, não reconhecendo os gestos unilaterais dos insurgentes e os esforços realizados pelo movimento “Colombianos pela Paz”.

O recebimento da Senadora pelo presidente Lula entre outras autoridades brasileiras é considerado por vários analistas como um importante reconhecimento a sua gestão como mediadora e de apoio a uma saída política ao conflito.
da Redação

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